Acidente e sequela
A triagem parte do histórico do acidente e da documentação que mostra a consolidação das lesões.
Se um acidente deixou limitação permanente e passou a afetar seu trabalho habitual, o caso pode exigir avaliação técnica antes de novo pedido, recurso ou ação contra a negativa do INSS.
O auxílio-acidente é tratado pela legislação previdenciária como benefício indenizatório. A análise jurídica depende da sequela, da redução da capacidade para a atividade habitual e dos documentos que demonstram o histórico perante o INSS.
A triagem parte do histórico do acidente e da documentação que mostra a consolidação das lesões.
O ponto central é entender se a sequela impacta a atividade habitual, ainda que a pessoa continue trabalhando.
Pedido negado, benefício cessado ou ausência de análise podem exigir organização técnica do caso.
Laudos, exames, CAT quando houver, CNIS e comunicações do INSS ajudam a definir o próximo passo.
Preencha apenas os dados iniciais. A equipe continua a triagem pelo WhatsApp, com perguntas curtas sobre sequela, trabalho, situação no INSS e documentos disponíveis.
Não é necessário ter todos os documentos antes do primeiro contato, mas quanto mais organizada estiver a prova, mais precisa tende a ser a triagem.
A documentação será analisada caso a caso, respeitando os limites técnicos da prova médica e previdenciária.
A documentação será analisada caso a caso, respeitando os limites técnicos da prova médica e previdenciária.
A documentação será analisada caso a caso, respeitando os limites técnicos da prova médica e previdenciária.
A documentação será analisada caso a caso, respeitando os limites técnicos da prova médica e previdenciária.
O primeiro contato organiza os fatos e permite que a equipe encaminhe a conversa com mais contexto.